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Ótimos resultados
O Buldogue e a displasia
Pesquisa ANDROLÓGICA.

Todas as raças que sofreram em sua seleção sucessivos imbreedings e linebreedings com a intenção de apurar características positivas, tiveram bons resultados estéticos, mas também enfraqueceram seu sistema imunológico e criaram desvios de comportamento. Apesar de hoje em dia se falar muito de seleção baseada em saúde, sabe-se que não teem sido estes os verdadeiros resultados.

Os chamados Bulls,ou seja, Boxers, Oldes e BAs, entre tantos, de qualquer linhagem (todos descendentes do BI) ou o próprio BI atual, trazem em sua carga genética as doenças desenvolvidas durante a sua própria seleção.

O BC hoje em dia também traz as suas deficiências, mas com a vantagem da seleção quase natural que o campo proporciona. Vamos usar como exemplo doenças de pele e displasia, muito comuns a todas as raças da atualidade.  

No trabalho de campo, o cão que mancava e tinha displasia não servia pro trabalho, não acasalava e acabava sendo morto por outros cães. No campo os cães com doença de pele grave acabam pegando bicheira e mesmo com algumas tentativas de cura, acabam contraindo bactérias e morrendo, mesmo atualmente com uso de antibióticos.

Ali prevalece a lei do mais forte, as intempéries trazem uma conseqüente adaptação da imunidade. Isto é rusticidade e o BC não pode perder a rusticidade.

Este tipo de seleção feita no BC, ainda se encontra muito próxima e atuante na raça.

Eu prefiro e ainda continuo agregando cães vindos do campo.

 

 

LEVANTAMENTO

A pesquisa tem apresentado resultados exelentes.

Claro que toda e qualquer raça canina tem seus problemas, o baixo percentual destes no BC demonstra a qualidade da criação que vem sendo desenvolvida.

Participe.

 

                        Avaliação do processo de desenvolvimento da raça.

 

 

                                                               - Saúde-

                                                          -Temperamento-

Levantamento 

Nome do cão

Data do nascimento

Proprietário

Endereço /e-mail

Criador

Procedência

Filiação

Marca da ração

Vacinação

Medicação

Veterinário

Informações

Os dados para o Levantamento sobre a saúde e temperamento do seu cão, podem ser informados de maneira simples, não são necessários dados técnicos, todas as informações serão bem vindas.

Não deixe de opinar sobre seu cão por não ter preenchido todos os itens do cabeçalho.

Se você quiser colaborar mais um pouco, faça medições em seu cão e preencha outros dados que também irão para o site, acompanhados de uma ilustração guia.

(peso ,altura,...) Se quiser pode enviar fotos que serão arquivadas.

 

                                               Envie os dados para o e-mail:

                                     [email protected]

 

 

 O BULDOGUE CAMPEIRO E A DISPLASIA

Comecemos falando do fantasma da Displasia, presente em todas as raças caninas. Há varias fontes de pesquisa na internet. Para facilitar apresento duas, sendo uma com linguagem popular e outra mais técnica para estudiosos:

   
http://www.animalworld.com.br/caes/ver.php?id=221

     http://www.redevet.com.br/artigos/dcf5.htm

Retirado de uma artigo científico:

"É importante ressaltar que os critérios de acasalamento devem levar em consideração o tamanho do plantel e a conformação das articulações. Se a população de animais em uma determinada raça é muito grande e controle e o controle da displasia é feito rotineiramente há muito tempo, o critério na reprodução será mais rígido se comparado com outras raças com número menor de exemplares e com o controle radiográfico mais incipiente. Caso contrário limitaríamos tanto os acasalamentos que poderiam não haver mais animais aptos para este fim. Muitos proprietários questionam diagnóstico radiográfico, quando o resultado é de displasia moderada ou severa e quando os cães correspondentes praticam exercícios diários intensos sem manifestar qualquer sintoma. Isto é perfeitamente possível, pois sabemos que muitas vezes não há correlação entre as lesões radiográficas e os sinais clínicos."

 

   O nosso primeiro contato com um caso diagnosticado foi entre 1999 e 2000, quando um estudante de veterinária, o Cristian de Morungava – RS, comprou uma cadela assintomática, mas com a intenção de começar com o controle radiológico fez as chapas e na cadela que nunca apresentou nenhum sintoma foi atestada a displasia severa.
       Foi nesta época que fizemos exames radiológicos nos nossos cães, e para nossa surpresa o Betão
que tinha 12 anos corria no campo lépido e faceiro, apresentou displasia severa????????
      Foi então que nos dedicamos a entender melhor o fator displasia . Conversando com a Mayra que é criadora de BI e prof. Universitária de medicina veterinária, ela nos confirmou que o que é para um Pastor displasia severa pode ser um quadro normal para um buldogue, pois a conformação natural dos seus ossos é mais uma das anomalias inerentes aos Buldogues. Olhando as chapas e comparando a outros animais da para entender isto muito bem.

       Desde que estamos criando o BC aqui conosco não houve casos sérios, poucos cães mancaram um pouco durante a fase de crescimento, mas logo melhoraram e estão bem até hoje.É por isso que nesta fase deve-se evitar exercícios forçados em cães que tenham muita ossatura a desenvolver, assim como o BC. 

    De todos  os cães que mandamos, e olha que foi uma quantidade enorme de cães, tivemos problemas com 7 animais, ou seja, um percentual baixíssimo comparado a outras raças.

     Todos os cães sintomáticos foram repostos, pelo canil Cãodomíno, sem que seus proprietários precisassem se desfazer do cão ao qual já haviam se apegado.
      
       O BC com certeza deve ter uma resistência ou tolerabilidade maior a dor provocada pela displasia.


>>> Então nos perguntamos :
       Quantas raças não apresentam displasia?
       Quantas Raças apresentam displasia mesmo tendo bons criadores e controle continuo de chapas de displasia?
       Quantos anos de criação envolveram a formação destas raças?
       Qual dentre estas raças passou pela mesma situação de quase extinção?
       Vale a pena criticar e sacrificar uma raça tão forte e significativa,
que sofre tão pouco com a displasia, se tem o mesmo problema que é inerente a tantas raças ditas maravilhosas? 

       Portanto, é pedir demais, para um  molosso do tipo buldogue, que faça o milagre que nem o Labrador , nem o Rottweiller , nem o Dog Alemão......e nem o Cocker conseguiu em tantos anos de criação seletiva: eliminar a  displasia, mesmo com o controle mais rigido. Na Alemanha, estão fazendo um controle rígido a mais de 25 anos nos Pastores Alemães e mesmo assim há  casos  de displasia severa, até em filhos de campeões.

      Necessariamente a primeira colocação a ser feita é quanto a conformação óssea do BC.
     A anatomia dos buldogues é diferente de outros cães, isto pode ser visto claramente em radiografias. Colocando ao lado de radiografias de um Boxer, por exemplo, a diferença é gritante.
                                                      
                                                                                                                                                                                                                        

Isto posto, acho que não fica muito difícil entender por

que NO COMEÇO da criação não eliminamos certos cães:

“SIMPLISMENTE PORQUE HAVIAM POUQUISSIMOS EXEMPLARES” e porque eram encontrados saudáveis correndo no campo, felizes fazendo o seu trabalho e acompanhando seu dono para todo   lado.                                                                                                        

Controlada através de um trabalho de campo  (um laboratório) e cruzamentos programados O BC manteve um percentual de incidência baixo .

Mesmo sem o conhecimento técnico aprofundado do desenvolvimento da doença em todas as raças (não somos veterinários), mas baseados naquilo que a natureza nos ensina por observação, ao lerem este artigo da REDVET, constatarão que todos os conselhos, procedimentos e condutas em relação a displasia foram observados no canil durante a seleção, apesar da dificuldade ( principlamente de deslocamento) em realizar chapas em todos os cães.

   

6) DISPLASIA COXOFEMURAL

É o desenvolvimento ou crescimento anormal da articulação coxofemural, em geral bilateralmente. Ela se manifesta por vários graus de frouxidão dos tecidos moles ao redor da articulação, instabilidade, malformação da cabeça femural e acetábulo, e ósteo-artrose.

A displasia coxofemural é o distúrbio mais prevalente da articulação canina e a mais importante causa de osteoartite nessa articulação.

A instabilidade articular ocorre à medida que o desenvolvimento e a maturação se atrasam com relação à taxa de crescimento esquelético.

Os primeiros 60 dias de vida correspondem ao período mais crítico para o desenvolvimento das estruturas de tecido mole. Quando o estresse e o peso exercidos na articulação coxofemural excedem os limites de força dos tecidos moles de sustentação, ocorre instabilidade articular.

A afecção raramente acomete cães com peso abaixo de 11 a 12 Kg, quando adultos, embora já tenham relatos dessa patologia em gatos e cães "toys".

ETIOLOGIA E PATOGÊNESE

Muitas observações tem sido feitas em relação à etiologia desta complexa afecção:

a. Fatores ambientais são superpostos à susceptibilidade genética do indivíduo.

b. Os genes não afetam primeiramente o esqueleto, mas sim a cartilagem, tecidos conjuntivos e músculos da região coxofemural.

c. A explicação biofísica da afecção é a que representa disparidade entre massa muscular e crescimento rápido e desproporcional do esqueleto.

d. O desenvolvimento anormal é induzido quando o acetábulo e cabeça femural se distanciam e iniciam uma série de alterações que finalmente são reconhecidas como displasia coxofemural.

e. As alterações ósseas são resultados da falha do tecido conjuntivo em manter a congruência entre as superfícies articulares da cabeça femural e o acetábulo.

f. A afecção é prevenida se a congruência da articulação coxofemural for mantida até que a ossificação torne o acetábulo menos plástico e que os tecidos moles ao redor se tornem fortes o suficiente para impedir a subluxação da cabeça femural. Sob circunstâncias normais a força e a ossificação progridem suficientemente para prevenir a afecção até os seis meses de idade.

g. Cães com grande massa muscular pélvica tem articulações femurais mais normais do que aquelas com menor massa muscular pélvica.

h. A ocorrência, gravidade, e incidência da displasia coxofemural pode ser diminuída pela redução da taxa de crescimento dos filhotes.

i. A ocorrência de displasia pode ser reduzida, mas não eliminada pela reprodução somente de cães com articulações coxofemurais radiograficamente normais. Apenas 7% dos filhotes serão normais se ambos os pais forem displásicos.

SINAIS CLÍNICOS

Variam de acordo com a idade do animal. Podem aparecer em cães jovens entre 4 e 12 meses de idade ou em animais acima de 15 meses de idade com afecção crônica.

A dor aguda é um dos principais sintomas. Dificuldade em se levantar, músculos das áreas pélvicas e das coxas são fracamente desenvolvidos. Andar como "coelho".

O súbito início dos sinais é causado pela ocorrência de microfraturas nas bordas acetabulares.

A maioria dos cães displásicos entre 12 e 14 meses de idade andam e correm livremente e não tem dor significante, apesar da aparência radiográfica da articulação. A maioria exibe padrão de locomoção como "coelho" quando correm.

Cães mais velhos apresentam sintomas diferentes. A claudicação pode ser unilateral, mas geralmente é bilateral.

Existe claudicação após exercício vigoroso ou prolongado, um modo de locomoção cambaleante, e freqüentemente crepitação e movimentação restrita da articulação.

O cão geralmente prefere sentar-se a permanecer em estação e levanta-se lentamente com grande dificuldade.

Os músculos pélvicos atrofiam-se, ao mesmo tempo os músculos do ombro hipertrofiam em virtude do deslocamento cranial do peso e uso maior dos membros torácicos.

DIAGNÓSTICO

Baseia-se o diagnóstico na anamnese, no exame físico e na avaliação radiográfica das articulações coxofemurais.

Exame físico:

· Claudicação do membro posterior

· Dor articular

· Sinal de Ortolani: Com uma mão colocada sobre o joelho do membro afetado, aplique pressão dorsal no fêmur enquanto se move o membro de uma posição abduzida para aduzida. O estalido ouvido ou sentido à medida que a cabeça femural entra ou sai do acetábulo consiste um sinal de Ortolani positivo e indicação de frouxidão articular. A palpação da frouxidão da articulação coxofemural em animais adultos não é geralmente confiável, devido à fibrose na cápsula articular e arrasamento do acetábulo, o exame radiográfico e ortopédico geral são mais importantes nesta situação.

· O diagnóstico definitivo tem que ser baseado em radiografias

Raio X:

· Nos casos precoces, o posicionamento apropriado da vista ventrodorsal é extremamente crítico; nos estágios avançados as alterações são pronunciadas e o posicionamento torna-se menos importante.

· As alterações radiográficas associadas à displasia coxofemural variam de subluxação da cabeça femural a artropatia grave, com alterações acentuadas na arquitetura da cabeça femural e acetabular.

TRATAMENTO

A. Terapia Conservadora

Somente utilizada em animais suavemente afetados e naqueles com episódio inicial de claudicação:

· Restrinja a atividade para permitir que a resposta inflamatória dentro da articulação diminua;

· Administre medicação para aliviar a dor e reduzir a inflamação associada a artropatia degenerativa. A aspirina tamponada e algumas vezes adequada ( 20 mg/Kg, a cada 12 horas);

· A fenilbutazona é útil e parece ser mais eficaz do que a aspirina em alguns cães. Para uso crônico, dosagem terapêutica 1 mg/Kg, dividida em 2 ou 3 doses diárias;

· Os corticosteróides aceleram as mudanças degenerativas na articulação e devem ser evitados para uso crônico;

· Ácido meclofenâmica tem agido bem em cães que o toleram sem irritação gástrica ou intestinal;

· Hannam e associados demonstraram efeito condroprotetor pelo glicosaminoglicano polissulfatado, após meniscectomia experimental. A dosagem de 1 mg/Kg intramuscular a cada 4 dias por 6 doses, freqüentemente produz melhora clínica. Esta dose é então repetida até o efeito, geralmente a cada 4 ou 6 semanas.

TRATAMENTO CIRÚRGICO

Existem várias técnicas efetivas para o tratamento da displasia coxofemural:

a. Osteotomia Pélvica Tripla:

Ideal para casos onde o animal apresenta o acetábulo recobrindo um pouco a cabeça femural e não ocorrem sinais de artropatia degenerativa na articulação coxofemural, a maioria dos cães com esses sinais possui entre 5 a 13 meses de idade.

Objetivo:

· Aumentar a intensidade de recobrimento acetabular sobre a cabeça femural através de giro da porção acetabular pélvica;

· Manter a arquitetura e a congruência normais da cabeça femural e do acetábulo;

· Impedir o desenvolvimento de artropatia degenerativa.

Após a cirurgia restrinja a atividade por 8 semanas.

a. Artroplastia de Excisão da Cabeça e Colo Femurais

Ideal para cães de todas as idades, principalmente cães que pesam menos do que 18 Kg.

Objetivo

· Remover a cabeça e o colo femurais;

· Eliminar os pontos de contato dolorosos na articulação;

· Permitir que uma articulação de tecido fibroso substitua a articulação de esfera e encaixe

O membro operado pode ser usado de 3 a 7 dias após a cirurgia. Em média leva-se 2 a 3 meses para que o membro atinja o seu nível funcional pós operatório definitivo. Em alguns animais a andadura ficará indistingüível do normal; em outros encontrar-se-á uma anormalidade óbvia da andadura.

b.Miectomia Pectínea

Pode-se fazer essa técnica em cães de todas as idades.

Esse procedimento não altera a progressão ou a intensidade das alterações na articulação causada por uma displasia coxofemural, mas pode atenuar uma dor articular.

Objetivo

· Remover todo o ventre do músculo pectíneo bilateral;

· Alterar a tração muscular na articulação coxofemural, mudando consequentemente os pontos de contato dentro da articulação coxofemural;

Restrinja as atividades por 2 semanas.

Em alguns cães a andadura melhora notoriamente e parece haver um alívio de dor acentuado.

c.Osteotomia Intertrocantérica

Ideal para pacientes com elevado aumento do ângulo de anteversão e/ou de inclinação. Pacientes com alterações degenerativas mínimas na articulação.

Idade próxima a maturidade esquelética ( 6 a 8 meses).

Objetivos

· Reduzir os ângulos de inclinação e anteversão

· Posicionar a cabeça femural com mais profundidade na taça acetabular.

Restrinja a atividade por 8 semanas.

d.Substituição Coxofemural Total

Usada quando:

· O animal tem no mínimo 9 meses;

· O peso mínimo do animal é de 13 a 18 Kg;

· Quando ocorrer afecção incapacitante coxofemural sem nenhuma outra patologia sistêmica ou do membro posterior.

Objetivo

· Substituir a articulação coxofemural degenerada por uma taça de polietileno de alta densidade e uma prótese femural de liga de titânio ou de cobalto-cromo;

· Proporcionar uma articulação mecanicamente sadia.

Restrinja a atividade e a andadura por 2 meses. Mais de 95% dos cães tratados com essa técnica apresentam função satisfatória.

7) OSTEOCONDROSE

É observada em animais jovens e de crescimento rápido de muitas espécies, geralmente acomete cães de porte médio, grande e gigante. Ela se caracteriza por um defeito na ossificação endocondral, ocasionada por um distúrbio da diferenciação celular no crescimento de placas metafisárias e cartilagem articular. Caso esta condição resulte na dissecção de retalhos ou cartilagem articular com algumas alterações articulares inflamatórias, ela pode ser chamada de osteocondrose dissecante.

Essa patologia é mais comumente descrita na fase caudal da cabeça umeral, no côndilo umeral medial, nos côndilos femurais medial e lateral e nas cristas trocleares astragalares.

Os distúrbios de ossificação endocondral na placa de crescimento metafisário podem resultar em espessamento focal da placa de crescimento ( retenção dos núcleos cartilaginosos endocondrais da ulna distal ), ninhos de retenção cartilaginosa ( epífises femurais), retardo fisário ( encurvamento radial e deslizamento das placas de crescimento metafisários ; não-união do processo ancôneo; calcâneo proximal. No cotovelo existem 3 distúrbios que se relacionam à osteocondrose:

a) Não-união do processo ancôneo;

b) Fragmentação do processo coronóide;

c) Osteocondrite dissecante

8) NÃO-UNIÃO DO PROCESSO ANCÔNEO ( NPA )

Detectada geralmente por volta dos 6 meses de idade, a não-união do processo ancôneo com a ulna ocorre inicialmente na face distal fisária e depois progride proximalmente ao longo da placa de crescimento.

A ossificação endocondral incompleta pode resultar em focos de retenção cartilaginosa dentro de uma fise fechada; tais ninhos de retenção podem mimetizar uma NPA.

Essa não-união resulta em irritação de corpo estranho, instabilidade do cotovelo suave a moderada e subsequente produção osteoartrítica. Se houver ligação entre o processo ancôneo e cápsulas periostais, o osso pode permanecer viável e capaz de formação de calo endosteal.

SINAIS CLÍNICOS

· Em cães imaturos ( menos de 1 ano ): Claudicação, que geralmente piora com exercício

DIAGNÓSTICO

· Raio X

TRATAMENTO

Quando não há sinais de ligação entre o processo e a cápsula periosteal deve-se partir para procedimento cirúrgico, removendo o "intruso" articular, no entanto permanecerão a incongruência articular e a subsequente progressão artrítica.

Nos casos onde exista essa ligação a reconstrução com parafuso, tentando-se uma união do processo pode ser tentada.

PROGNÓSTICO

O prognóstico é excelente se a reconstrução cirúrgica obtiver sucesso.

A NPA em cães adultos é mais difícil de ser vista.

    Cães enviados pelo canil cãodomínio, em 2002 para um criador de Brasília que fez avaliação radiográfica, apresentaram chapas negativas.

      Agora que a raça já esta  desenvolvida, este controle deve ser feito por todos os criadores.


      A conclusão que chegamos foi a seguinte: mesmo tendo poucos exemplares para cobertura e desenvolvimento da raça, os acasalamentos foram cuidadosos o suficiente para que a displasia não se tornasse o nosso maior problema e não maior que em outras raças já existentes e reconhecidas há decadas..

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